AGRICULTURA TROPICAL

Bayer assina acordo com universidade mineira para impulsionar produtividade brasileira

Parceria público-privada tem foco em pesquisas de agricultura tropical

EFE/Ulises Ruiz Basurto
A fim de aprimorar a agricultura tropical e avançar nas fronteiras do conhecimento, a Bayer assinou um acordo marco com a Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG). O objetivo é que as entidades colaborem em estudos para alavancar a produtividade brasileira, contando com a experiência dos pesquisadores da UFV e da Bayer, com o apoio técnico e financeiro do Centro de Expertise em Agricultura Tropical (CEAT) da Bayer.

“É a primeira parceria desta magnitude entre uma empresa privada do setor de agroquímicos e uma Universidade Federal, que juntas estão focando em um conglomerado de estudos de agricultura tropical em um acordo de longo prazo, principalmente com foco na área de proteção de cultivos, sementes e tecnologias digitais”, afirma Dirceu Ferreira Júnior, diretor do CEAT.

Após a assinatura do Acordo já foram apreciados pela Bayer 70 projetos desenvolvidos em diferentes Departamentos da UFV, sendo que 12 deles foram selecionados para uma análise mais detalhada em uma reunião realizada na Universidade. Na próxima etapa, a empresa irá avaliar a possibilidade de colocar os projetos em prática, identificando áreas da Bayer que precisarão ser acionadas para viabilizar a parceria e a necessidade de aporte financeiro.

Conforme explica o coordenador da parceria pela Universidade Federal de Viçosa, Prof. Sérgio Brommonschenkel, o termo de cooperação assinado é uma formalização do interesse conjunto na busca de soluções para proteção de cultivos tropicais e um detalhamento das diretrizes de relacionamento entre as duas instituições, que facilitará a implementação de projetos específicos de parceria.

“No Brasil a parceria público-privada é pouco explorada e essa união de expertises irá acelerar a transformação de conhecimentos em inovações tecnológicas que contribuam para aumentar a competividade ao agronegócio brasileiro”, aponta Brommonchenkel. O acordo marco, já assinado pelas partes, deve entrar em vigência a partir de 2018 e pode contemplar diferentes culturas e regiões brasileiras.

 

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