Pragas agrícolas

Líder empresarial dominicano pede que EUA suspendam proibição a frutas e vegetais

O presidente da JAD, Osmar Benítez, solicitou hoje aos Estados Unidos que suspenda a proibição imposta a variedades de frutas e vegetais locais após a aparição no país da mosca do Mediterrâneo. O dirigente deu garantias que a República Dominicana isolou o foco dessa praga.

Foto: EFE/Wolfgang Kumm

O presidente da Junta Agroempresarial Dominicana (JAD), Osmar Benítez, solicitou hoje aos Estados Unidos que suspenda a proibição imposta a variedades de frutas e vegetais locais após a aparição no país da mosca do Mediterrâneo, e disse que uns 8.000 agricultores e suas famílias estão afetados por esta situação.

O dirigente deu garantias que a República Dominicana isolou o foco dessa praga que está controlada na zona de Punta Cana onde surgiu há alguns meses.

Benítez lembrou que seu país é membro da Organização Mundial do Comércio (OMC) e signatário do Acordo de Livre-Comércio com os Estados Unidos e América Central (DR-Cafta, em inglês), o que lhe dá o “direito” de reivindicar ao governo americano a cessação dessa proibição.

Se queixou também que países próximos como a Nicarágua, Honduras e Costa Rica sofrem da praga da mosca do Mediterrâneo e os Estados Unidos não lhes proíbe a entrada de frutas e vegetais a seu território.

“Nesses países a mosca da fruta está em quase todos seus territórios, muito diferente daqui que está reduzida à sua mínima expressão na zona de Punta Cana, e os Estados Unidos só proibiu a importação de frutas e vegetais a nós”, se queixou Osmar Benítez.

O presidente da JAD lembrou às autoridades norte-americanas que ele “sabe do que está falando”, porque é um experiente negociador de tratados internacionais.

Marcados com: , ,
Publicado em Economia

Twitter: efeagrobrasil