FEBRE AFTOSA

Produtores assinam compromisso de combate à febre aftosa no Mercosul

A mensagem do Corpo Diretivo da FARM fala em rever as ações, metodologias e papéis institucionais, dados os riscos de surto da doença.

EFE/MARCELO SAYÃO / ARQUIVO

Produtores sul-americanos se mobilizaram para o combate à febre aftosa a partir do surgimento de epidemias em países como Venezuela e Colômbia este, que chegou a ficar oito anos livre da doença e registrou quatro focos de aftosa apenas neste mês de julho..

A Federação das Associações Rurais do Mercosul (FARM), formada por grupos da Argentina, Chile Paraguai, Uruguai e Brasil se reuniram na última sexta-feira (28) em Palermo, na Argentina.

“Exigimos dos órgãos oficiais e dos organismos internacionais deste setor que a informação técnico-científica seja transparente e verificável para poder analisar em profundidade os riscos, benefícios e perdas, cujo diagnóstico permita desenvolver um marco básico com indicadores confiáveis, a partir do qual seja possível implementar medidas de mitigação apropriadas para prevenir futuras consequências nefastas, que são recorrentes em casos de reincidência da febre aftosa” Trecho do documento da FARM.

De acordo com a Sociedade Rural Brasileira (SRB), a assinatura reforça o compromisso do Brasil em controlar e erradicar a febre aftosa nos países da região.

A mensagem do Corpo Diretivo da FARM fala em rever as ações, metodologias e papéis institucionais, dados os riscos de surto da doença.

Cada país terá que reforçar suas metas e objetivos, criando indicativos que possam ser constantemente monitorados mediante consultoria e controle sustentado.

“Alcançar essas metas requer uma participação firme e transparente dos sistemas de saúde em cada país, além de uma contribuição responsável de organizações regionais e internacionais em articular essas ações”, destacou em nota a SRB.

O documento também exalta a importância de garantir recursos políticos e econômicos para colocar em prática os objetivos.

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