CARNE SUÍNA

Exportações de carne suína crescem 8,1% em outubro

No acumulado desde janeiro, as exportações de carne suína totalizaram 530,5 mil toneladas, 10% a menos que nos 10 primeiros meses do ano passado

EFE/Craig Lassig

Segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgados nesta segunda-feira (26), as exportações brasileiras de carne suína (considerando o produto in natura e os processados) atingiram 63 mil toneladas em outubro, volume 8,1% maior frente às 58,3 mil toneladas exportadas no mesmo período do ano passado. Em receita, as vendas do mês passado chegaram a US$ 108,1 milhões, 20,1% a menos que os US$ 135,4 milhões de outubro de 2017.

No acumulado desde janeiro, as exportações totalizaram 530,5 mil toneladas, 10% a menos que as 589,1 mil toneladas embarcadas nos 10 primeiros meses do ano passado; em receita, o saldo chegou a US$ 1 bilhão, 27,7% a menos que no mesmo período de 2017, que foi de US$ 1,383 bilhão.

Segundo Francisco Turra, presidente da ABPA, além do bom desempenho nos mercados da Ásia, África e América do Sul, os números do próximos meses deverão ser impactados pela reabertura do mercado de carne suína para a Rússia, que ocorreu no mês de novembro.

“Embora sejam clientes tradicionais do setor produtivo, os importadores russos deverão voltar com níveis de demanda semelhantes ao de um novo destino de exportação”, afirma Turra em nota.

Ainda segundo os levantamentos, Hong Kong segue como principal destino das exportações de carne suína, totalizando 137 mil toneladas importadas entre janeiro e outubro, o que representa 26,3% do total exportado pelo Brasil e demonstra um aumento de 8% no período em relação a 2017.

Outro destaque foi a China. Responsável por importar 131,1 mil toneladas em 2018 até agora (25,1% do total), o país asiático aumentou em 243% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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